9 de dezembro de 2013

Quero Ser Gay – Como Questionar O Que Já Está Decidido?

Eu escrevo muito sobre meu filho mais velho, mas ele não é o único. Eu tenho a sorte de ter três filhos no total. Meus outros dois são tão incríveis quanto o primeiro, na minha opinião nada imparcial. Meu filho do meio agora tem sete anos, a mesma idade que o mais velho tinha quando começou a se identificar como gay. Não deveria me surpreender que mais ou menos na mesma idade meu filho do meio começaria a ter questões e opiniões sobre a orientação sexual do irmão mais velho, mas me surpreendeu. No início era apenas uma parte normal de sua vida, que não era interessante a ponto de se parar para pensar. “Meu irmão é gay, tá bom, mas alguém quer jogar Mario Kart?” era basicamente sua opinião sobre esse assunto. Mas isso começou a mudar.
Alguns meses atrás, estávamos num daqueles dias de verão horríveis e nojentos em que o calor e a humidade simplesmente não dão trégua. Por sorte, dois ótimos amigos nossos, Sam e Toby, têm piscina em casa e nos convidaram para visitá-los e nos salvaram da tortura do calor. Sam e Toby vivem numa área superdescolada e muito valorizada  da cidade, razoavelmente perto de nós. Eles têm uma casa que nossos filhos apelidaram de “castelo”, com uma casa de fundos que é maior que a nossa casa. Os meninos adoram Sam e Toby e adoram visitar a casa deles. A gente já estava na piscina fazia algumas horas, e aquela energia incontrolável que as crianças liberam quando entram na água já tinha se esvaído. A gente estava curtindo um tempinho descansando dentro da água fresca.
Meu filho do meio estava cansado, e encostou a cabeça contra meu peito enquanto eu boiava de costas.
“Ô mãe”, ele disse, quebrando o silêncio.
“Oi, filho?”, eu disse, meio cochilando.
“Eu quero ser gay.”
Isso me pegou desprevenida. Eu pus ele entre meus braços e apoiei meus pés no chão da piscina.
“Bem”, eu comecei, e parei. Isso era inesperado. Meu filho do meio nunca se encantou por outros meninos como o mais velho, e ano passado ele queria se casar com uma coleguinha de classe. Nada disso fazia muita diferença. Foi a maneira como ele construiu essa frase que me fez parar. Ele queria ser gay. Era muito diferente do nosso filho mais velho, que simplesmente um dia anunciou que gay era o que ele é.
“Por que você quer ser gay, meu anjo?”, eu perguntei, com sua cabecinha ainda aconchegada em mim.
“Quando eu for gente grande, eu quero morar numa casona como essa e ter uma piscina.”
Ah, OK. Então isso era algo bem diferente. Por acaso nenhum dos nossos amigos heterossexuais vivem em casas grandes com piscina, então eu consegui entender sua linha de raciocínio.
“Ser gay não é algo que você pode querer e pedir pra ser”, eu falei para ele enquanto passava a mão em seu cabelo molhado. “Ser gay é algo que se é.”
Ele levantou a cabeça e olhou para o irmão mais velho. “Mas ele é gay, por que eu não?”
“Ele é mesmo. Mas ele é gay porque ele quer andar de mãos dadas com outros meninos. Ele quer ter namorados e quem sabe casar com um outro menino um dia.”
“Que nem o Toby e o Sam.”
“Isso mesmo, que nem eles. Mas isso não quer dizer que ele vai ter uma casa como essa. O Michael ou o Johnny têm casas grandes assim?”, eu perguntei, mencionando outros dois amigos nossos, gays e adultos. Meu filho balançou a cabeça. “E você não tem que se casar com um menino para conseguir uma casa assim. Alguns dos vizinhos do Sam e do Toby são como a mamãe e o papai, menina e menino. Então não importa se você gosta de meninos ou meninas, você ainda pode ter uma casa grande e bacana como essa quando você crescer.”
“OK,” ele suspirou e voltou a colocar a cabeça sobre meu peito. Eu sei que eu podia ter parado ali, mas algo me disse para continuar. Eu movi seu corpo até que ele olhasse para mim novamente.
“Você gosta de meninos ou de meninas?”, eu perguntei, olhando em seus olhos.
Ele inclinou a cabeça e pensou por um minuto. “Eu não decidi ainda.”
“E não há problema nisso. Nem todo mundo decide isso na mesma idade que o seu irmão. Você tem um montão de tempo.”
“OK.”
“Quando você decidir, eu não vou te amar nem mais nem menos do que eu te amo agora. Não faz diferença de quem você gosta, a mamãe vai te amar com todo o coração e mais um pouco.” Eu puxei ele pra perto de mim. Então eu soprei no ouvido do meu filho a brincadeira que eu faço com todos eles desde que eles nasceram. “Quem é o menino que eu amo mais?”
Ele sorriu para mim. Era aquele sorriso que captura meu coração, o sorriso que toma conta de seu rosto inteiro. “Eu!”
“Isso mesmo!” E daí eu olhei para seu irmão mais velho, que estava escutando essa conversa o tempo inteiro, e disse para ele, “Quem é o menino que eu amo mais?”
“Eu!”, ele gritou em resposta.
E então eu virei para nosso caçula, sentado numa cadeira ao lado da piscina, com uma toalha jogada sobre a cabeça e se empaturrando de batatinha frita como se estivesse há dias sem comer. “Quem é o menino que eu amo mais?”, eu berrei pra ele.
“Eu, mamãe!”, ele gritou, cuspindo batatinhas. “Você me ama mais!”
“Isso aí!” E eu voltei dar atenção para o do meio. “Vocês três são os garotos que eu mais amo no mundo. E vocês são perfeitos assim do jeitinho que são.”
“OK”, ele disse com um suspiro, inclinando a cabeça sobre meu peito mais uma vez e fechando os olhos. Parecia que a conversa tinha chegado ao fim.
Mas esse era apenas o início dos questionamentos. Nós respondemos a todos, porque ele tem que ter a liberdade de levantar esse tipo de questão. O que meu filho do meio me lembrou é que ser gay não é a história apenas de seu irmão mais velho. Nós somos uma família. Ter um filho gay é parte da minha história também, e parte da história de seu pai. Ter um irmão gay é parte da história dos meus outros dois filhos, e isso não deve ser desprezado ou ignorado. E como faz parte de sua história, ele deve sempre ser capaz de fazer as perguntas que quiser, e é parte do meu trabalho como mãe respondê-las, sinceramente, todas as vezes
- See more at: http://flexfm.com.br/site/index2.php/?p=15065#sthash.xKbTMuN4.dpuf

Eu escrevo muito sobre meu filho mais velho, mas ele não é o único. Eu tenho a sorte de ter três filhos no total. Meus outros dois são tão incríveis quanto o primeiro, na minha opinião nada imparcial. Meu filho do meio agora tem sete anos, a mesma idade que o mais velho tinha quando começou a se identificar como gay. Não deveria me surpreender que mais ou menos na mesma idade meu filho do meio começaria a ter questões e opiniões sobre a orientação sexual do irmão mais velho, mas me surpreendeu. No início era apenas uma parte normal de sua vida, que não era interessante a ponto de se parar para pensar. “Meu irmão é gay, tá bom, mas alguém quer jogar Mario Kart?” era basicamente sua opinião sobre esse assunto. Mas isso começou a mudar.

Alguns meses atrás, estávamos num daqueles dias de verão horríveis e nojentos em que o calor e a humidade simplesmente não dão trégua. Por sorte, dois ótimos amigos nossos, Sam e Toby, têm piscina em casa e nos convidaram para visitá-los e nos salvaram da tortura do calor. Sam e Toby vivem numa área superdescolada e muito valorizada  da cidade, razoavelmente perto de nós. Eles têm uma casa que nossos filhos apelidaram de “castelo”, com uma casa de fundos que é maior que a nossa casa. Os meninos adoram Sam e Toby e adoram visitar a casa deles. A gente já estava na piscina fazia algumas horas, e aquela energia incontrolável que as crianças liberam quando entram na água já tinha se esvaído. A gente estava curtindo um tempinho descansando dentro da água fresca.

Meu filho do meio estava cansado, e encostou a cabeça contra meu peito enquanto eu boiava de costas.

“Ô mãe”, ele disse, quebrando o silêncio.

“Oi, filho?”, eu disse, meio cochilando.

“Eu quero ser gay.”

Isso me pegou desprevenida. Eu pus ele entre meus braços e apoiei meus pés no chão da piscina.

“Bem”, eu comecei, e parei. Isso era inesperado. Meu filho do meio nunca se encantou por outros meninos como o mais velho, e ano passado ele queria se casar com uma coleguinha de classe. Nada disso fazia muita diferença. Foi a maneira como ele construiu essa frase que me fez parar. Ele queria ser gay. Era muito diferente do nosso filho mais velho, que simplesmente um dia anunciou que gay era o que ele é.

“Por que você quer ser gay, meu anjo?”, eu perguntei, com sua cabecinha ainda aconchegada em mim.

“Quando eu for gente grande, eu quero morar numa casona como essa e ter uma piscina.”

Ah, OK. Então isso era algo bem diferente. Por acaso nenhum dos nossos amigos heterossexuais vivem em casas grandes com piscina, então eu consegui entender sua linha de raciocínio.

“Ser gay não é algo que você pode querer e pedir pra ser”, eu falei para ele enquanto passava a mão em seu cabelo molhado. “Ser gay é algo que se é.”

Ele levantou a cabeça e olhou para o irmão mais velho. “Mas ele é gay, por que eu não?”

“Ele é mesmo. Mas ele é gay porque ele quer andar de mãos dadas com outros meninos. Ele quer ter namorados e quem sabe casar com um outro menino um dia.”

“Que nem o Toby e o Sam.”

“Isso mesmo, que nem eles. Mas isso não quer dizer que ele vai ter uma casa como essa. O Michael ou o Johnny têm casas grandes assim?”, eu perguntei, mencionando outros dois amigos nossos, gays e adultos. Meu filho balançou a cabeça. “E você não tem que se casar com um menino para conseguir uma casa assim. Alguns dos vizinhos do Sam e do Toby são como a mamãe e o papai, menina e menino. Então não importa se você gosta de meninos ou meninas, você ainda pode ter uma casa grande e bacana como essa quando você crescer.”

“OK,” ele suspirou e voltou a colocar a cabeça sobre meu peito. Eu sei que eu podia ter parado ali, mas algo me disse para continuar. Eu movi seu corpo até que ele olhasse para mim novamente.

“Você gosta de meninos ou de meninas?”, eu perguntei, olhando em seus olhos.

Ele inclinou a cabeça e pensou por um minuto. “Eu não decidi ainda.”

“E não há problema nisso. Nem todo mundo decide isso na mesma idade que o seu irmão. Você tem um montão de tempo.”

“OK.”

“Quando você decidir, eu não vou te amar nem mais nem menos do que eu te amo agora. Não faz diferença de quem você gosta, a mamãe vai te amar com todo o coração e mais um pouco.” Eu puxei ele pra perto de mim. Então eu soprei no ouvido do meu filho a brincadeira que eu faço com todos eles desde que eles nasceram. “Quem é o menino que eu amo mais?”
Ele sorriu para mim. Era aquele sorriso que captura meu coração, o sorriso que toma conta de seu rosto inteiro. “Eu!”

“Isso mesmo!” E daí eu olhei para seu irmão mais velho, que estava escutando essa conversa o tempo inteiro, e disse para ele, “Quem é o menino que eu amo mais?”

“Eu!”, ele gritou em resposta.

E então eu virei para nosso caçula, sentado numa cadeira ao lado da piscina, com uma toalha jogada sobre a cabeça e se empaturrando de batatinha frita como se estivesse há dias sem comer. “Quem é o menino que eu amo mais?”, eu berrei pra ele.

“Eu, mamãe!”, ele gritou, cuspindo batatinhas. “Você me ama mais!”

“Isso aí!” E eu voltei dar atenção para o do meio. “Vocês três são os garotos que eu mais amo no mundo. E vocês são perfeitos assim do jeitinho que são.”

“OK”, ele disse com um suspiro, inclinando a cabeça sobre meu peito mais uma vez e fechando os olhos. Parecia que a conversa tinha chegado ao fim.

Mas esse era apenas o início dos questionamentos. Nós respondemos a todos, porque ele tem que ter a liberdade de levantar esse tipo de questão. O que meu filho do meio me lembrou é que ser gay não é a história apenas de seu irmão mais velho. Nós somos uma família. Ter um filho gay é parte da minha história também, e parte da história de seu pai. Ter um irmão gay é parte da história dos meus outros dois filhos, e isso não deve ser desprezado ou ignorado. E como faz parte de sua história, ele deve sempre ser capaz de fazer as perguntas que quiser, e é parte do meu trabalho como mãe respondê-las, sinceramente, todas as vezes.








FONTE: Portal Huffington Post.
Eu escrevo muito sobre meu filho mais velho, mas ele não é o único. Eu tenho a sorte de ter três filhos no total. Meus outros dois são tão incríveis quanto o primeiro, na minha opinião nada imparcial. Meu filho do meio agora tem sete anos, a mesma idade que o mais velho tinha quando começou a se identificar como gay. Não deveria me surpreender que mais ou menos na mesma idade meu filho do meio começaria a ter questões e opiniões sobre a orientação sexual do irmão mais velho, mas me surpreendeu. No início era apenas uma parte normal de sua vida, que não era interessante a ponto de se parar para pensar. “Meu irmão é gay, tá bom, mas alguém quer jogar Mario Kart?” era basicamente sua opinião sobre esse assunto. Mas isso começou a mudar.
Alguns meses atrás, estávamos num daqueles dias de verão horríveis e nojentos em que o calor e a humidade simplesmente não dão trégua. Por sorte, dois ótimos amigos nossos, Sam e Toby, têm piscina em casa e nos convidaram para visitá-los e nos salvaram da tortura do calor. Sam e Toby vivem numa área superdescolada e muito valorizada  da cidade, razoavelmente perto de nós. Eles têm uma casa que nossos filhos apelidaram de “castelo”, com uma casa de fundos que é maior que a nossa casa. Os meninos adoram Sam e Toby e adoram visitar a casa deles. A gente já estava na piscina fazia algumas horas, e aquela energia incontrolável que as crianças liberam quando entram na água já tinha se esvaído. A gente estava curtindo um tempinho descansando dentro da água fresca.
Meu filho do meio estava cansado, e encostou a cabeça contra meu peito enquanto eu boiava de costas.
“Ô mãe”, ele disse, quebrando o silêncio.
“Oi, filho?”, eu disse, meio cochilando.
“Eu quero ser gay.”
Isso me pegou desprevenida. Eu pus ele entre meus braços e apoiei meus pés no chão da piscina.
“Bem”, eu comecei, e parei. Isso era inesperado. Meu filho do meio nunca se encantou por outros meninos como o mais velho, e ano passado ele queria se casar com uma coleguinha de classe. Nada disso fazia muita diferença. Foi a maneira como ele construiu essa frase que me fez parar. Ele queria ser gay. Era muito diferente do nosso filho mais velho, que simplesmente um dia anunciou que gay era o que ele é.
“Por que você quer ser gay, meu anjo?”, eu perguntei, com sua cabecinha ainda aconchegada em mim.
“Quando eu for gente grande, eu quero morar numa casona como essa e ter uma piscina.”
Ah, OK. Então isso era algo bem diferente. Por acaso nenhum dos nossos amigos heterossexuais vivem em casas grandes com piscina, então eu consegui entender sua linha de raciocínio.
“Ser gay não é algo que você pode querer e pedir pra ser”, eu falei para ele enquanto passava a mão em seu cabelo molhado. “Ser gay é algo que se é.”
Ele levantou a cabeça e olhou para o irmão mais velho. “Mas ele é gay, por que eu não?”
“Ele é mesmo. Mas ele é gay porque ele quer andar de mãos dadas com outros meninos. Ele quer ter namorados e quem sabe casar com um outro menino um dia.”
“Que nem o Toby e o Sam.”
“Isso mesmo, que nem eles. Mas isso não quer dizer que ele vai ter uma casa como essa. O Michael ou o Johnny têm casas grandes assim?”, eu perguntei, mencionando outros dois amigos nossos, gays e adultos. Meu filho balançou a cabeça. “E você não tem que se casar com um menino para conseguir uma casa assim. Alguns dos vizinhos do Sam e do Toby são como a mamãe e o papai, menina e menino. Então não importa se você gosta de meninos ou meninas, você ainda pode ter uma casa grande e bacana como essa quando você crescer.”
“OK,” ele suspirou e voltou a colocar a cabeça sobre meu peito. Eu sei que eu podia ter parado ali, mas algo me disse para continuar. Eu movi seu corpo até que ele olhasse para mim novamente.
“Você gosta de meninos ou de meninas?”, eu perguntei, olhando em seus olhos.
Ele inclinou a cabeça e pensou por um minuto. “Eu não decidi ainda.”
“E não há problema nisso. Nem todo mundo decide isso na mesma idade que o seu irmão. Você tem um montão de tempo.”
“OK.”
“Quando você decidir, eu não vou te amar nem mais nem menos do que eu te amo agora. Não faz diferença de quem você gosta, a mamãe vai te amar com todo o coração e mais um pouco.” Eu puxei ele pra perto de mim. Então eu soprei no ouvido do meu filho a brincadeira que eu faço com todos eles desde que eles nasceram. “Quem é o menino que eu amo mais?”
Ele sorriu para mim. Era aquele sorriso que captura meu coração, o sorriso que toma conta de seu rosto inteiro. “Eu!”
“Isso mesmo!” E daí eu olhei para seu irmão mais velho, que estava escutando essa conversa o tempo inteiro, e disse para ele, “Quem é o menino que eu amo mais?”
“Eu!”, ele gritou em resposta.
E então eu virei para nosso caçula, sentado numa cadeira ao lado da piscina, com uma toalha jogada sobre a cabeça e se empaturrando de batatinha frita como se estivesse há dias sem comer. “Quem é o menino que eu amo mais?”, eu berrei pra ele.
“Eu, mamãe!”, ele gritou, cuspindo batatinhas. “Você me ama mais!”
“Isso aí!” E eu voltei dar atenção para o do meio. “Vocês três são os garotos que eu mais amo no mundo. E vocês são perfeitos assim do jeitinho que são.”
“OK”, ele disse com um suspiro, inclinando a cabeça sobre meu peito mais uma vez e fechando os olhos. Parecia que a conversa tinha chegado ao fim.
Mas esse era apenas o início dos questionamentos. Nós respondemos a todos, porque ele tem que ter a liberdade de levantar esse tipo de questão. O que meu filho do meio me lembrou é que ser gay não é a história apenas de seu irmão mais velho. Nós somos uma família. Ter um filho gay é parte da minha história também, e parte da história de seu pai. Ter um irmão gay é parte da história dos meus outros dois filhos, e isso não deve ser desprezado ou ignorado. E como faz parte de sua história, ele deve sempre ser capaz de fazer as perguntas que quiser, e é parte do meu trabalho como mãe respondê-las, sinceramente, todas as vezes.
- See more at: http://flexfm.com.br/site/index2.php/?p=15065#sthash.xKbTMuN4.dpuf