8 de julho de 2014

A CULPA É DAS ESTRELAS (Por M. Horn).

Sinto-me estranhamente agora, que acabei de ler o livro que foi um dos mais comentados nos últimos dias, meses, afinal – um romance, em um tempo onde as pessoas perderam essa paixão por livros/filmes românticos, fazer tanto sucesso, é algo, diga-se que assustador, afinal de contas, o livro prende, ele tem uma forma toda especial de prender o leitor, aquela história que quanto mais você lê, mais vontade de saber o final te dá. Pois bem, foi essa a minha situação em todas as páginas desse romance adolescente, bobo até, mas apaixonante, aquele livro que cativa, e no final tu se pergunta, e agora? Tem mais? Quando sai o próximo? O que acontece com os personagens principais? Rs rs rs.
           
           Não sei se foi por ter lido ele em um momento frágil da minha vida, mas esse livro em especial fez todo um sentindo para algumas coisas que até então eu não entendia, e até para me mostrar, que não devo perder a esperança em coisas simples, bonitas, cativantes, mas simples da vida. Um exemplo claro disso, encontrar alguém que viva um infinito com você, pode ser de dias, meses ou anos, mas alguém que esteja disposto a fazer da tua vida, um infinito. Devo admitir também, que cada pessoas que passou pela minha vida, fez da sua existência nela, um infinito, é claro que alguns infinitos são maiores que outros, mas cada um de uma forma especial. Sucessivamente após o termino do livro, falei com algumas pessoas em especial, que tinham-se feito meio que esquecidas na minha vida, mas que me mostraram o real significado das coisas. Bem, devo admitir aqui que os últimos capítulos desse livro me fizeram derramar algumas lágrimas, de tristeza, afinal sou humano também, tenho sentimentos (muito mais do que muitos imaginam, e sim, eu sou um chorão), não sei mais se quero ver o filme, tenho medo de que ele acabe com a magia que o livro me proporcionou, e que o mundo não seja o mesmo; por indicação de um casal de amigos, fiquei com uma vontade pequena de ver o filme, mas ainda não me rendi a ele (espero não me render tão cedo).

         
           Fiquei pensando em cada um dos meu relacionamentos, refleti muito sobre o meu atual, e muito também sobre o meu estado de espirito dos últimos dias, devo admitir que se alguém conseguiu ler a minha ultima postagem, antes de eu mesmo tê-la apagado, conseguiram perceber que algo não está tão bem assim, aqui dentro. Vim conversando nessa manhã com o Syg (seu pseudônimo), alguém muito próximo, de um passado não tão distante assim, ainda temos uma cumplicidade enorme em algumas coisas, e admito que isso foi uma das melhores coisas que me aconteceu nos últimos dias. Acho que ninguém além dele, me conhece tão bem. Compartilhar coisas com as pessoas que gostamos faz com que tudo tenha um gosto diferente e um significado ainda maior, seja um livro, seja um filme, uma musica ou um sentimento, não importa o que seja, mas compartilhar com quem gostamos faz com que tudo mude de figura.

            

           Amanhã vou viajar, preciso tirar uns dias para descansar, não meu corpo, mas minha mente, fazer coisas que eu gosto, com pessoas que gosto de estar perto, e principalmente, com o sol quente batendo no meu rosto enquanto leio sentado em um banco de uma praça qualquer, em um lugar qualquer, nesse mundão de Deus.

8 comentários:

  1. Esse livro realmente tem umas mensagens lindas e essenciais pra todo mundo.

    Quando as pessoas perderem a paixão por coisas românticas, acho só que hoje elas não conseguem mais viver isso nem sentir que isso possa ser vivido de verdade. É tudo muito plástico e descartável. Por isso que um livro que retrata um amor tão verdadeiro de forma tão singela acaba cativando tanto.

    Quanto ao filme, também tive o mesmo medo que você, mas depois que me rendi não me arrependi. Claro que o livro não está todo lá, mas eles souberam trazer para a tela as boas mensagens do livro.

    Boa sorte no restante :)

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    1. Querido Sam,
      um livro que vale a pena ser re-lido, tenho que concordar com você quando diz que: é tudo muito plástico e descartável. O livro realmente conquista, em todo o seu romantismo fofo.

      Bem, o filme, já outra história. O meu medo é referente ao lance de não conter coisas que no livro, na minha opinião, se mostraram essenciais. Prometo que tentarei ver, sem julgamentos rs rs rs.

      Grande Abraço Querido!

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  2. as pessoas não gostam mais de filmes românticos? e porque tem tantos sendo lançados o tempo todo? pelo menos um por ano é lançado. Agora, poucos bons filmes românticos tem sido lançados.
    eu também amei o livro e o filme, vou publicar uma resenha no blog tb.

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    1. FOXX, desculpa mas temos que concordar que poucas pessoas hoje ainda gostam de filmes românticos. Realmente, muitos são lançados, mas poucos desses são considerados bons de verdade. Que bom que compartilhamos da mesma visão, tanto do livro quanto do filme! :D


      abração Querido!

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  3. Sempre levo medo quando adaptam um livro que já li para o cinema... cada coisa que inventam (ou subtraem, nzé)... Mas nesse caso estou "virgem" de livro e filme... conferirei-o-os!!! Hehehehe! E se quiser podes aparecer no banco aqui da minha praça... ;)

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    1. Desculpa Fred, mas a única coisa que eu li aqui foi o "virgem" e admito que isso me fez rir muito HAHAHAHA :P #Monte

      Eu ainda tenho medo de ver o filme, admito isso. Por que como já disse, fiquei sabendo que falta muitas coisas do livro nele.

      Aparecer ai no banco da tua cidade?! Eu to no RS :P

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  4. Aiaiai ! Vou ter que ler esse livro então ? Muita gente falando bem dele !

    Abraço !

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    1. Pois é Marcos, queridão - vais ter de ler o livro sim para saber a real história hehee, mas já admito que não vai se arrepender, e que vai chorar (eu chorei e muito, no final).


      Mega Abraço!

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A minha opinião eu dei, agora quero ver a de vocês!