26 de agosto de 2014

A Partida!

Demorei para aceitar a partida do meu Namorado, que por ironia do destino resolveu me deixar em um dos momentos em que eu mais precisava dele, em um momento tão delicado da minha vida, onde descubro que tenho uma psicopatologia (que começo a explicar no novo blog que criei Diário da Verdade!). Não tem sido nada fácil esses últimos 10 dias, fiquei sem postar nada afinal ainda me sinto frágil e abalado para tal. Só quero abrir uma lacuna aqui para deixar claro que tanto eu quanto ele, temos a mesma psicopatologia, então ele deveria me entender já que se trata a mais tempo que eu, mas foi covarde ao me deixar.

Passei por um surto psicótico a alguns dias atrás, do qual não lembro de nada, só de alguns fatos isolados, e que são desconexos dentro da minha cabeça. Não consigo entender o que aconteceu, ou como aconteceu, mas sei que em um surto de raiva eu quebrei tudo o que estava ao meu alcance dentro do meu quarto, só para que vocês tenham uma noção do que aconteceu, tentei suicídio também. Não conseguindo ter "sucesso" - admito aqui que não é a primeira vez que tento.

Enfim, não tenho muito o que falar, além de que estou em um dos momentos mais difíceis da minha vida, Espero do fundo do meu coração a compreensão de vocês meus amigos, e apoio nessa nova fase que se inicia em minha vida, como já tive dos meus queridíssimos Bratz e Ro Fers. E admito que ainda estou aprendendo a lidar com a ausência que o meu ex-namorado, algo que ainda me machuca e parece ser uma ferida que nunca vai cicatrizar! 

14 de agosto de 2014

Re-fletindo!

"Fico pensando se viver não será sinônimo de perguntar. A gente se debate, busca, segura o fato com duas mãos sedentas e pensa: 'Achei! Achei!', mas ele escorrega, se espatifa em mil pedaços, como um vaso de barro coberto apenas por uma leve camada de louça. A gente fica só, outra vez, e tem que começar do nada, correndo loucamente em busca dos outros vasos que vê. Cada um que surge parece o último. Mas todos são de barro, quebram-se antes que possamos reformular as perguntas. E começamos de novo, mais uma vez, dia após dia, ano após ano. Um dia a gente chega na frente do espelho e descobre: 'Envelheci.' Então a busca termina. As perguntas calam no fundo da garganta, e vem a morte. Que talvez seja a grande resposta. A única."

[O trechinho em itálico é de "Limite Branco", do Caio.]


9 de agosto de 2014

(Rodoviária)







" Foi uma manhã cheia de particularidades, detalhes.
Depois de tantos 'tchaus', sempre tem uma receita, 
uma bobeira, que faz a gente falar "oi" de novo.
E é uma pena a gente se dar tão bem. "




Obs: 
Meu Boyfriend foi embora hoje.